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segunda-feira, 13 de abril de 2009

nós na corda-bamba

se a vida

é corda-bamba

com nó górdio,

afio minha face,

bato de frente.

num golpe alexandrino,

desfaço o laço,

liberto a linha

acato a queda,

abraço o abismo

  

descubro que posso voar!


(a xilo é do Cava - as cores são culpa minha)


 

 

 

3 comentários:

Juliana Meira disse...

"afio minha face"

legal ler o poema direto na fonte!
parabéns Renato, parabéns Cava pelo belo trabalho

bJu

Mara faturi disse...

Adorei poema e imagem!!afiadas;)

*grande bjo amigo poeta,
** postei haicais e outro poema (esse de abismos) no per-tempus.

Renato de Mattos Motta disse...

Juju,
obrigado amiga
obrigado pelo beijo assinado!

Mara
que legal que gostaste!
valeu pelo beijo
e, sim, vou te ler lá no Per Tempus!